segunda-feira, 6 de novembro de 2023

Equipe feminina do Vôlei Natal estreia hoje na Superliga C


 A equipe do Vôlei Natal estreia nesta segunda-feira (6) na Superliga C Feminina de Voleibol, evento que acontece de 6 a 10 deste mês, na capital potiguar. O primeiro desafio será contra o Cc3 Sport Clube/CE, às 16h, no ginásio Palácio dos Esportes. Com vários reforços, o Vôlei Natal inicia sua caminhada na luta pelo acesso.

Comandado pelo técnico Carlos Eduardo, o Cadu, o Vôlei Natal contará com a experiência das centrais Dani Suco, ex-seleção brasileira, Pinheiros e Benfica, e Kamili Oliveira, ex-Barueri e Mampituba, além da levantadora Duda Rudgeri, ex-São Caetano e Santos, e da ponteira Camila Rodrigues, ex-Benfica.

A equipe também contará com várias atletas do Desportivo Rio Grande, entre elas  as levantadoras Sumatra e Jhuly, as líberos Cecília e Larissa, as ponteiras Lanna e Kadja, as opostas Marília e Thaynara (opostas), além das centrais Elisa e Lara. 

A entrada aos jogos é um quilo de alimento não perecível.


Juliana Terao é octacampeã brasileira de xadrez


A 62ª edição do Campeonato Brasileiro Feminino de Xadrez consagrou a MF Juliana Terao que conquistou o oitavo título, tornando-se a maior vencedora da história do xadrez feminino nacional. A competição realizada de 29 de outubro a 4 de novembro em Timbó/SC, ainda teve como vice-campeã a MN Isabelle Tamarozi, a MF Júlia Alboredo em terceiro lugar e a WIM Kathie Librelato em quarto. As quatro atletas garantiram vaga na equipe olímpica de 2024.

Nas redes sociais, a octacampeã brasileira Juliana Terao comemorou a conquista e a vaga para as olimpíadas. "O Campeonato Brasileiro foi super disputado do começo ao fim com as atletas tendo chances pelo título e classificação para as olimpíadas. Quero deixar aqui o meu agradecimento a todos os amigos que me ajudaram, seja com mensagens de apoio, pitacos nas preparações, torcida e carinho. Como sempre nada seria possível sem o apoio incondicional da minha família que sempre me apoia para que eu siga com essa minha paixão pelo jogo", postou a enxadrista.

Com número recorde de participantes, total de 56, o presidente da Confederação Brasileira de Xadrez (CBX), Máximo Igor Macedo, disse que o evento foi um sucesso. "A competição foi um grande sucesso e a parceria com a Federação Catarinense de Xadrez foi muito importante e bem sólida, com apoio da CBX conseguiram realizar um grande evento", falou o dirigente que parabenizou as vencedoras.

"A CBX parabeniza Juliana Terao que sagrou-se como a maior vencedora da história de brasileiros com oito títulos, também destacamos a performance da Isabele, de Santa Catarina, que foi a atleta revelação da competição, conquistando o vice-campeonato e as demais enxadristas classificadas para equipe olímpica de 2024", comentou Máximo Igor.


sexta-feira, 3 de novembro de 2023

Projeto Compartilhar de Voleibol será no dia 11


 No dia 11 de novembro, o Projeto Compartilhar - Vôlei em Rede/Núcleo Natal, realizará um grande torneio de voleibol com alunos do projeto. As escolas e clubes convidados são Neves, Voley Club, Àgora, Exito, Noilde Ramalho e AABB. São esperados a presença de 150 alunos na faixa etária de 09 a 12 anos. O torneio será realizado no Colégio Cei/Romualdo a partir das 8h.

Drex consolidará substituição da moeda física pela digital, prevê presidente do Cofeci


 O Brasil está se preparando para iniciar as transações financeiras por meio do Drex, versão digital do Real. O Banco Central deve lançar esse novo mecanismo no final de 2024. A intenção é de reduzir custos e burocracia com o uso do papel-moeda - que não vai deixar de ser um meio de pagamento - integrando em um só ambiente de negócios virtuais ações, debêntures, títulos públicos e certificados de propriedade de imóveis e veículos, tudo com a segurança da tecnologia blockchain.

Assim, o Brasil ingressa na lista dos países que já contam com sua própria moeda digital, as chamadas Central Bank Digital Currency (CBDC), em português, significa Moeda Digital Emitida pelo Banco Central. Onze países já têm sua própria CBDC, e outros 21 estão testando projetos-piloto de moeda virtual, entre eles o Brasil.

Para o presidente do Conselho Federal de Corretores de Imóveis, João Teodoro da Silva, há uma tendência de substituição total da moeda física pela digital e exemplifica lembrando que atualmente, boa parte das pessoas, mesmo sem perceber, utilizam o telefone celular como se fosse uma carteira virtual de dinheiro. Outros, ao invés de papel-moeda, valem-se de cartões de crédito ou de débito.

E acrescenta que o projeto Drex não pretende acabar com o dinheiro de papel-moeda, da mesma forma que não pretende absorver ou acabar com o Pix.

Semelhanças e diferenças

“Embora haja similaridade entre eles, porque ambos permitem transações instantâneas, há grandes diferenças a serem consideradas. O Drex tem funcionalidades mais amplas. Além de representar o Real físico em ambiente digital, sua tecnologia permitirá o desenvolvimento de inovações ilimitadas no futuro”, esclarece.

João Teodoro destaca ainda que o sucesso do projeto Drex beneficiará diversos segmentos produtivos da economia brasileira, entre eles o mercado imobiliário e poderá fazer muita diferença, pois segundo o Bacen, o custo de transferência será bem menor. Esta poderá ser feita automaticamente por meio de contratos inteligentes. O pagamento só será transferido à conta do vendedor depois de concluído o processo legal de transferência do bem.

Mediação financeira, não imobiliária

“O mesmo processo valerá para qualquer bem titulado: carro, barco, avião. Qualquer operação poderá realizar-se sem intermediário. Opa! Ele se refere à mediação financeira, não à imobiliária. Um Drex valerá, invariavelmente, um Real!”, conclui.

Já em relação à semelhança funcional com criptomoedas, como o Bitcoin ou o Ethereum, o BC garante que a nova moeda não será um criptoativo. Enquanto aquelas são geridas de forma privada e descentralizada, esta será totalmente controlada e regulada pelo Bacen, emitida sob rígido controle, como o Real físico. Ao contrário das criptomoedas, que têm aceitação voluntária e funcionam como títulos de risco, o Drex terá circulação obrigatória em todo o território nacional. Todavia sua utilização poderá implicar custos para o usuário.


Escola Estadual Augusto Severo representa o handebol masculino do RN nos Jogos Escolares Brasileiros em Brasília


Nos últimos dois anos, a Escola Estadual Augusto Severo tornou-se um nome de destaque no cenário do Handebol potiguar, conquistando títulos notáveis, como os JERN’s 2022 (Jogos Escolares do Rio Grande do Norte) e os Juvern’s 2023 (Jogos da Juventude Escolar do RN). 

Essas conquistas culminaram na classificação para os Jogos Escolares Brasileiros na categoria 12/14 anos. Um feito que enche de orgulho a comunidade escolar. Essa jornada impressionante é resultado de uma parceria sólida e do esforço incansável dos atletas e familiares com o apoio do Projeto "Handebol e Cidadania" desenvolvido pela Associação Esportiva e Cultural Handebol Clube RN.

O Projeto foi contemplado no ano de 2022 pela Lei de Incentivo ao Esporte – CEL RN + - Prof. Sebastião Cunha, através desse recurso de renúncia fiscal junto a Empresa Comercial do Trigo, conseguiu desenvolver várias atividades durante o ano que dão suporte a comissão técnica e aos atletas.

A diretora da escola, Aline, ressalta a importância da parceria e do projeto "Handebol e Cidadania": "Essa jornada é a prova de que a união entre a educação e o esporte pode alcançar resultados extraordinários. Estamos comprometidos em dar oportunidades aos nossos alunos, não apenas para se destacarem no handebol, mas também para desenvolverem habilidades que os acompanharão ao longo da vida."

O técnico do time, Fábio dos Anjos, enfatiza o trabalho árduo que os atletas têm realizado: "Nossos jogadores têm se dedicado incansavelmente aos treinos e ao aprimoramento de suas habilidades. A parceria com o projeto 'Handebol e Cidadania' tem sido essencial para oferecer a estrutura e o suporte necessários para competir em alto nível."

quinta-feira, 2 de novembro de 2023

Time RN larga com 25 medalhas nos JEB's 2023

Imagem: Arthur Varela

 O Time RN encerrou o primeiro bloco de competições dos Jogos Escolares Brasileiros (JEB's 2023) com 25 medalhas, sendo oito ouros, seis pratas e onze bronzes. O evento promovido pela Confederação Brasileira de Desporto Escolar (CBDE) acontece em Brasília e inicia nesta quinta-feira (2) o segundo bloco de competições.  

A equipe potiguar contou com a presença, neste primeiro momento, de 112 atletas, sendo 58 meninas e 54 meninos, de 12 a 14 anos, além de 19 técnicos e 12 dirigentes. As modalidades disputadas foram atletismo, atletismo adaptado, basquetebol, futsal, ginástica rítmica, judô, karatê, vôlei de praia e xadrez.

"Nossas equipes demonstraram muita garra e força conquistando troféus e medalhas de ouro, prata e bronze em diversas categorias com grandes resultados em diversas modalidades, mostrando mais uma vez a força do esporte escolar do Rio Grande do Norte", disse Cezinha Nunes, subsecretário de Esporte e Lazer do RN.

Os Jogos Escolares Brasileiros reúnem em Brasília mais de cinco mil estudantes-atletas, com idades entre 12 e 14 anos, dos 26 estados brasileiros, mais o Distrito Federal. Estão sendo disputadas 18 modalidades esportivas, incluindo uma paradesportiva, até o dia 9 de novembro, data do encerramento.  

QUADRO DE MEDALHAS DO RN

Atletismo

🥇2 Ouros

🥈3 Pratas

🥉3 Bronzes


Futsal

🥇1 Ouro


Ginástica Rítmica

🥈1 Prata por equipe


Judô

🥇4 Ouros

🥈2 Pratas

🥉7 Bronzes


Vôlei de praia

🥇1 Ouro

🥉1 Bronze


quarta-feira, 1 de novembro de 2023

Dupla da Cifrabet vence mais uma batalha no X1

Dupla vencedora levou pra casa R$ 10 mil em dinheiro. 

Ryan (goleiro) e Ecleberson (jogador de linha), venceram mais uma batalha no X1, modalidade esportiva com origem no futebol que virou febre no Brasil. Na noite desta segunda-feira (30), na Arena Joga Fácil, localizada na Zona Norte de Natal, a dupla da Cifrabet superou no 'shoot out' - espécie de pênalti em movimento, com o batedor partindo do meio do quadra - a dupla Breno (goleiro) e Barrão (jogador de linha).

O jogo acabou empatado em 3 x 3 no tempo normal. No 'shoot out', Ryan fechou o gol e a dupla da Cifrabet venceu por 2 x 1. Pela conquista, a dupla vencedora levou pra casa R$ 10 mil em dinheiro. Até a final, Ryan e Ecleberson passaram por mais dois desafios.

Para Kevin Schwartz, coordenador da Cifrabet, casa de apostas esportivas genuinamente potiguar, "prevaleceu a estratégia e inteligência implementada no jogo. Foi um jogo extremamente equilibrado, vencido no 'shoot out' e com mais uma atuação impecável do nosso goleiro (Ryan), que decidiu na última cobrança".

Desafio X1

Além de ser uma forma divertida e desafiadora de praticar o futsal (ou futebol society), os desafios 1×1 (1pra1) também ajudam a desenvolver a habilidade dos jogadores em situações de um contra um, melhorando a técnica individual e a capacidade de tomar decisões rápidas em situações de pressão. Os desafios 1×1 também são frequentemente utilizados em treinamentos de equipes de futsal e futebol society, como parte de exercícios de aquecimento ou de práticas específicas de habilidades e técnicas individuais.

Como funciona?

Um goleiro e um jogador de linha de cada lado. Nem mais e nem menos. Ganha quem fizer mais gols. Em caso de empate no número de gols, a decisão vai para o 'shoot out' no campo (grama natural ou sintética) e na quadra.

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