O Complexo Educacional Contemporâneo, uma das instituições de ensino mais tradicionais do Rio Grande do Norte, celebra em 2025 seus 45 anos de fundação. Desde 15 de setembro de 1980, quando nasceu como Jardim Escola Pipa Pau Amarelo, a escola construiu uma trajetória marcada pela inovação pedagógica, pelo acolhimento e pela formação cidadã, consolidando-se como referência em educação de qualidade.
segunda-feira, 15 de setembro de 2025
Colégio Contemporâneo celebra 45 anos de história, inovação e compromisso com a educação em Natal
O Complexo Educacional Contemporâneo, uma das instituições de ensino mais tradicionais do Rio Grande do Norte, celebra em 2025 seus 45 anos de fundação. Desde 15 de setembro de 1980, quando nasceu como Jardim Escola Pipa Pau Amarelo, a escola construiu uma trajetória marcada pela inovação pedagógica, pelo acolhimento e pela formação cidadã, consolidando-se como referência em educação de qualidade.
quarta-feira, 10 de setembro de 2025
Tributação: Pequenos negócios pagam mais imposto do que precisam
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| Ricardo Brandão, sócio da AB Assessoria Contábil |
Muitos pequenos empresários ainda cometem erros básicos na hora de escolher o regime tributário e acabam pagando mais imposto do que deveriam. A avaliação é de Ricardo Brandão, sócio da AB Assessoria Contábil, que alerta: a escolha não deve ser automática.
“O Simples Nacional parece o caminho mais fácil, mas nem sempre é o mais barato. Ignorar o Fator R, por exemplo, faz com que clínicas e prestadores de serviço fiquem presos em alíquotas muito mais altas do que precisariam”, explica o contador.
Segundo Brandão, setores como consultorias, tecnologia, saúde e comércio eletrônico estão entre os que mais desperdiçam recursos por falta de planejamento. “Já vimos casos de empresas economizando até 30% ao ano apenas por rever o enquadramento tributário”.
Domicílio Tributário Eletrônico
O especialista lembra que este ano trouxe ainda mais motivos para atenção. A Receita Federal ampliou os cruzamentos de dados financeiros e reforçou a comunicação digital por meio do Domicílio Tributário Eletrônico. “Quem não revisar sua tributação e se organizar pode cair na malha fina sem nem perceber, já que as notificações chegam direto pelo sistema”, alerta.
Ferramentas digitais como simuladores de regimes tributários, o e-CAC e o PGDAS-D ajudam no diagnóstico, mas não substituem a análise especializada. “O empresário até consegue identificar sinais de alerta sozinho, como o faturamento perto do sublimite do Simples ou a folha de pagamento abaixo de 28%. Mas só uma análise técnica mostra o impacto real de cada cenário.”
Para Brandão, o primeiro passo para começar de forma segura é simples: reunir dados dos últimos 12 meses - faturamento, folha, margens e tributos pagos - e simular cenários comparativos. “A contabilidade precisa ser vista como ferramenta estratégica, não como obrigação fiscal. É ela que mostra se a empresa está perdendo dinheiro para o fisco”, explica. “O regime tributário não se escolhe por hábito; se escolhe com números”.
Erros mais comuns:
- Ir “no automático” para o Simples Nacional sem simular Lucro Presumido/Real (perdendo créditos de PIS/Cofins/ICMS e pagando ICMS/ISS fora do DAS ao cruzar o sublimite).
- Ignorar o Fator R (serviços caindo no Anexo V quando a folha < 28% do faturamento, elevando a carga).
- Não considerar margens/folha/atividade (CNAE) e crescer sem revisar o regime ao cruzar R$ 3,6 mi (sublimite) ou se aproximar de R$ 4,8 mi (limite).
- Classificação fiscal/operacional inadequada (mistura de receitas por CNAE, ICMS-ST, diferencial de alíquota no e-commerce).
Mudanças/fiscalizações:
- Sublimite do Simples Nacional mantido em R$ 3,6 mi para 2025: quem fatura entre 3,6 e 4,8 mi permanece no Simples, mas recolhe ICMS/ISS fora do DAS (complexidade/carga mudam).
- Ampliação do envio de dados financeiros via e-Financeira (IN RFB 2.278/2025): mais cruzamentos automáticos de informações.
- Domicílio Tributário Eletrônico (DTe) e e-CAC cada vez mais usados: notificações e malhas passam a chegar digitalmente (perder prazo dói no bolso).
Manhã Tropical, um espaço de conexão, aprendizagem e agradecimento a Deus
O projeto idealizado pelo gerente comercial do Grupo Tropical, Lúcio Trindade, popularmente conhecido como Lucinho Tropical, já é considerado um dos ambientes mais acolhedores para corretores e imobiliárias em João Pessoa (PB). Realizado todas as quintas-feiras, das 9h ao meio-dia, na sede da construtora no Jardim Oceania, tem como objetivo compartilhar conhecimento, abrir espaço para debates e oferecer suporte aos profissionais que estão ingressando ou buscando se fortalecer no mercado.
Mais do que um encontro formativo, o espaço é palco de palestras com convidados renomados e aulas ministradas pelo próprio Lucinho, que aborda temas estratégicos como alavancagem patrimonial e venda de compactos na capital paraibana. Cada edição recebe um público limitado a 50 ou 60 pessoas, o que garante proximidade entre os participantes e a construção de uma verdadeira rede de apoio. As vagas são gratuitas e disponibilizadas toda segunda-feira em grupo de WhatsApp, mediante inscrição antecipada.
Diversas funcionalidades
O auditório da construtora também se tornou um local aberto para o setor, servindo como ponto de encontro para imobiliárias que desejam realizar convenções, treinamentos e até eventos especiais, como o Cinema Tropical, que recentemente abordou os impactos da inteligência artificial no mercado. Essa versatilidade fez do espaço uma referência para o compartilhamento de conhecimento e inovação em um cenário que cresce cada vez mais em João Pessoa, hoje reconhecida como “a bola da vez” no setor imobiliário.
A inspiração de Lucinho Tropical vem de dentro de casa, com uma madrasta professora e com irmãos que seguiram o caminho da docência, ele acredita que sua vocação para ensinar sempre esteve presente, ainda que adormecida. A corretagem de imóveis, abraçada em 2015, não apenas mudou sua vida financeira, como também despertou nele a missão de repassar o que aprendeu. “Se Deus me deu condições de conquistar minha casa, meu carro e minha família através dessa profissão, é justo devolver esse aprendizado a quem chega com a mesma necessidade que eu tive um dia”, afirma.
Inspiração e transformação de vidas
Com fé e gratidão, Lucinho afirmou em entrevista exclusiva ao jornalista Cândido Nóbrega, que deu vida ao Manhã Tropical, um projeto que não mede sucesso pela quantidade de participantes, mas pelo impacto que causa em cada história. Aberto ao público e totalmente gratuito, o programa já se tornou referência em acolhimento e transformação de carreiras. Para participar, basta realizar a inscrição antecipada divulgada às segundas-feiras, e garantir presença nas manhãs de quinta-feira no Jardim Oceania, onde conhecimento, solidariedade e inspiração se encontram.
segunda-feira, 8 de setembro de 2025
Governo do RN trabalha em parceria com Fiern para implantação de piloto de eólica offshore
| Foto: Carmen Felix/Assecom |
A governadora Fátima Bezerra discutiu, nesta segunda-feira (8), com o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern), Roberto Serquiz, e com o coordenador de Pesquisa e Inovação do Senai-RN, Antônio Marcos Medeiros, novas parcerias em prol do desenvolvimento econômico na área de energias renováveis.
Três pontos principais pautaram a reunião: a aplicação de recursos do Propag na educação profissional; o projeto piloto de duas torres eólicas offshore, próximo ao Porto Ilha em Areia Branca; e a utilização das plataformas oceânicas de Petróleo instaladas no litoral do RN - que deverão ser desmobilizadas - para serem utilizadas como laboratório de estudos sobre a economia do mar.
"Estas pautas são inovações que contribuem para manter o Rio Grande do Norte na vanguarda das energias renováveis. O nosso Governo trabalha para o presente e também no médio e longo prazo. Estas inovações posicionam o Rio Grande do Norte de forma estratégica para capturar volume expressivo de recursos federais a serem investidos de forma consequente e sustentável em educação e infraestrutura, com um retorno projetado altamente positivo para o Estado", afirmou a governadora.
O presidente da Fiern, Roberto Serquiz, disse que "propomos parcerias que venham a evitar entraves no andamento destas iniciativas, com a gestão estadual atuando nos âmbitos local e federal evitando atrasos. A governadora nos recebeu muito bem e definiu pontos focais para que os projetos possam efetivamente ter andamento sem percalços."
A adesão ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), do Governo Federal, prevê a utilização de um percentual da renegociação de dívidas contraídas pelos estados e pelo Distrito Federal com a União, para constituir um fundo para investimentos, entre outras áreas, em educação, redução de juros em novos empréstimos e garantias para definição de Parcerias Público Privada com benefícios diretos à população.
quinta-feira, 4 de setembro de 2025
Plano Safra: R$ 780 milhões para impulsionar a Agricultura Familiar no RN
O Rio Grande do Norte vive um novo momento para a agricultura familiar. Com o lançamento do Plano Safra 2025/2026, nesta quinta-feira (4) no Centro de Convenções, agricultores e agricultoras familiares passam a ter à disposição R$ 780 milhões em crédito e políticas públicas, recursos que poderão transformar a produção no campo e ampliar o acesso a alimentos saudáveis em todo o estado. O lançamento integra a Caravana Federativa promovida pelo Governo Federal.
Além do crédito rural, o RN também contará com investimentos específicos que fortalecem a segurança alimentar e a organização da produção. O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA/Conab) já tem assegurados R$ 14,4 milhões em 2025, que serão destinados à compra da produção de 1.300 agricultores familiares em 40 municípios potiguares. Outro destaque é o apoio aos assentamentos da reforma agrária, com o Incra aplicando R$ 12,2 milhões em modalidades como fomento, habitação e inclusão produtiva de mulheres e jovens.
O RN também será contemplado com ações de assistência técnica e extensão rural. Por meio de parceria com a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), o MDA vai investir R$ 14,7 milhões no Projeto Dom Hélder Câmara, voltado para territórios do Semiárido, garantindo apoio direto às famílias agricultoras em práticas sustentáveis e de convivência com o clima.
Banco do Nordeste valoriza impacto social e aponta Paraíba como destaque no crescimento regional
O superintendente do BNB na Paraíba, Rudrigo Araújo, afirmou que os resultados expressivos obtidos pela instituição no primeiro semestre de 2025 devem ser celebrados não apenas pelo ganho financeiro, mas sobretudo pelo impacto social gerado na economia. Ele ressaltou que o banco foi responsável por ampliar a geração de empregos, incrementar a massa salarial e fortalecer a arrecadação de estados e municípios. “Mais do que o resultado líquido, o que nos move é o balanço social, porque ele traduz a transformação real na vida das pessoas”, afirmou.
E acrescentou que esses avanços são sustentados pela gestão estratégica do presidente Paulo Câmara, que aproximou o Banco dos empreendedores e reforçou o papel do BNB como agente de desenvolvimento. Além disso, ele lembrou que a Paraíba vive um momento singular, tendo sido o estado que mais cresceu em PIB no ano de 2024, com desempenho quase duas vezes superior à média nacional, refletindo a pujança da economia nordestina.
Avanço das aplicações e limites do crédito
No primeiro semestre deste ano, o Banco do Nordeste aplicou R$ 25,5 bilhões por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), um crescimento expressivo em relação ao mesmo período de 2024. Esse resultado contribuiu para um lucro líquido de R$ 1,4 bilhão, porém Rudrigo reiterou que a principal vitória é social. Apesar disso, ele lembrou que a taxa Selic de 15% ao ano e o peso do IOF sobre operações financeiras funcionam como limitadores naturais da demanda por crédito, encarecendo investimentos produtivos, mas, em contrapartida, eleva a competitividade dos recursos do FNE por terem taxas subsidiadas e serem isentos do IOF.
Presença estratégica no centro histórico
O superintendente frisou ainda que o compromisso do Banco vai além da concessão de crédito, alcançando a preservação cultural e urbana. Ele citou como exemplo a permanência do BNB no centro histórico de João Pessoa, dizendo que a instituição se tiver que sair da região, será a última. Em parceria com os governos estadual e municipal, o banco tem assegurado condições de segurança e fortalecido iniciativas para atrair novos investidores ao local.
Nesse contexto, o Banco do Nordeste já oferece linhas de crédito específicas para retrofit e requalificação de imóveis históricos, com foco em turismo, moradia e atividades econômicas que revitalizem o centro. “O movimento já é visível e vemos inúmeros investimentos transformando o centro histórico em um novo polo de oportunidades”, disse. As declarações foram dadas em entrevista exclusiva ao jornalista Cândido Nóbrega, durante a apresentação, na última terça-feira, dos números do segundo trimestre de 2025 e das ações voltadas à restauração do patrimônio histórico da capital.
segunda-feira, 1 de setembro de 2025
Cooperativismo ganha força em meio à euforia de vendas e alta de custos na construção civil
Nunca foi tão necessário apostar no cooperativismo como agora. Foi assim que o construtor e fundador da Coopcom-PB, Stelo Queiroga, resumiu a importância do modelo. Ele destacou que o setor da construção civil vive uma fase de euforia de vendas, mas enfrenta ao mesmo tempo uma “travessia longa” com custos crescentes de insumos, exigindo união dos empresários para ampliar o poder de barganha.
Para Stelo, a ilusão de que cada construtor pode obter melhores condições sozinho é o maior erro do setor. “Na hora de vender, somos naturalmente concorrentes, mas na hora de comprar, precisamos estar juntos”, frisou. Ele lembrou que a Cooperativa de Compras da Construção Civil da Paraíba nasceu exatamente para formar essa “corrente do bem” em prol de todos, mas ainda há resistência de parte dos empresários em compreender a força do cooperativismo.
Corrente de união e força
O fundador da Coopcom-PB também alertou para a necessidade de ampliar a participação dos associados, trazendo mais construtores para dentro da cooperativa. “Nossa força é tão grande quanto o elo mais fraco da corrente”, comparou. Ele revelou que, ao analisar os números da Alliance — empresa da qual é sócio — percebeu que, apesar das dificuldades, ela ainda figura entre as maiores participantes da cooperativa em volume de negócios, o que mostra como ainda falta adesão de parte significativa do setor.
Experiente, Stelo reforçou, durante o painel do Coopmet 2025, realizado no auditório do Sinduscon-JP, em João Pessoa, que o mercado da Capital é sólido, mas que o aumento da procura, inevitavelmente, pressiona os custos. “O estande de vendas garante a receita, mas o canteiro de obras exige compra de insumos. É aí que o cooperativismo mostra sua força, garantindo não só preço, mas também condições de atendimento”, disse.
Papel cada vez mais claro
Para ele, o desafio agora é convencer os colegas construtores de que apenas a união assegurará a sustentabilidade da construção civil paraibana nos próximos anos: "Unir para comprar melhor. Unir para comprar melhor não só em relação ao custo, mas em relação ao atendimento também, adequar fornecedores e diversificar, o papel da cooperativa está cada vez mais claro, porém há colegas empresários não vendo isso".
Cândido Nóbrega
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