quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Stand do Green House traduz o estilo Alliance de unir projeto, cliente e propósito


 A Alliance inaugurou o stand de vendas do Green House no Portal do Sol, com uma proposta que combina sofisticação, natureza e proximidade com o cliente. O novo espaço foi planejado para traduzir a essência do empreendimento e proporcionar uma vivência real de como será morar no condomínio.

“Um produto como esse precisa ter vida, energia e presença. O Green House foi pensado em cada detalhe e está em um ponto de grande desejo da cidade”, afirmou o diretor comercial e de marketing, Samir Haage, durante o evento realizado terça-feira para centenas de corretores.

A ambientação do espaço integrado à maquete do empreendimento, permite que o visitante sinta o entorno e tenha contato direto com o conceito do condomínio. “Agora, com o stand, o encantamento se torna parte da experiência de compra”, destacou.

Plantão e experiência sensorial

A estrutura oferece atendimento completo e acolhedor, com equipe de plantão de segunda a segunda, das 8h às 18h nos dias úteis e até 15h nos fins de semana. “O cliente pode chegar da praia ou de um almoço e encontrar o stand aberto, acrescentou Samir. Segundo ele, o espaço foi pensado para transformar o contato em experiência sensorial: o visitante conhece a maquete, enxerga as casas em construção e, se desejar, ainda percorre o condomínio com acompanhamento da equipe comercial.

O diretor de incorporação, Eduardo Carvalheira, ressaltou que a eficiência energética e a responsabilidade ambiental continuam entre os pilares da Alliance. “Cada detalhe foi planejado para envelhecer bem, com soluções sustentáveis e elegantes. A ideia é construir legados e espaços que mantenham a beleza e a funcionalidade ao longo do tempo”, afirmou. Já o arquiteto Ricardo Nogueira destacou o equilíbrio entre modernidade e integração nos ambientes, citando a academia como exemplo do conceito.

Mariana Seixas, gerente de Incorporação, reforçou que a proposta do Green House é unir estética, eficiência e bem-estar em um mesmo propósito: “esse é um grande diferencial de esse nosso produto, é ter um empreendimento de casas prontas nessa região e principalmente com esse enorme complexo de lazer. Eu não tenho só casas prontas, eu tenho casas na Avenida Hilton Souto Maior, em uma área completamente desconectada do que está acontecendo na cidade

Conceito diferenciado

O stand do Green House simboliza a forma como a Alliance entende o mercado: próxima do cliente, comprometida com a experiência e atenta a cada detalhe. O espaço materializa o propósito da marca de construir empreendimentos que inspiram pertencimento e que transformam a compra de um imóvel em uma escolha de estilo de vida.

Souza acerta permanência no América por mais um ano

Reprodução/Redes Sociais

 Acabou a novela entre Souza e América. Aos 37 anos, o camisa 8 decidiu prorrogar o seu contrato com o clube por mais um ano e permanecerá até o término da Série D de 2026. O anúncio oficial da renovação deve ser feito até o fim da semana, pois na próxima segunda-feira (17) acontece a representação do elenco para o início da pré-temporada. 

Desde sua chegada em 2024, Souza rapidamente se tornou uma das principais referências do elenco, tanto dentro quanto fora de campo. Com atuações decisivas, ele comandou o time nas campanhas vitoriosas dos Campeonatos Potiguares de 2024 e 2025, marcando 19 gols e dando 22 assistências em 73 jogos. 

De acordo com o executivo de futebol, Ramon Bisson, o clube ainda procura por meia de ofício, pois Souza vai voltar a atuar como camisa 8 moderno, que marca e sai para o jogo, além de ser o responsável pelas bolas paradas do time.

Tokenização imobiliária sem controle oportuniza facilita ocultação de bens e transferência sem conhecimento do dono


 “Estamos falando de uma porta aberta à fraude”. A advertência é da Oficiala do Registro de Imóveis de Mariana (MG), Ana Cristina Maia, ao analisar os riscos da tokenização imobiliária, prática que converte imóveis em representações digitais para circulação em plataformas privadas de blockchain.

Segundo ela, o modelo hoje defendido por empresas e pelo Conselho Federal de Corretores de Imóveis “não possui qualquer salvaguarda jurídica nem garante segurança às partes envolvidas”, pois ao contrário das vendas realizadas em cartório, onde há verificação de identidade, consentimento e capacidade civil, as transações por tokens “ocorrem por meio de login e senha e podem permitir a transferência de propriedade sem o preenchimento de requisitos legais e até mesmo sem conhecimento do verdadeiro dono”.

Prejuízos à prefeituras e credores

A registradora alerta ainda para o impacto financeiro e institucional da prática: “Quando o imóvel é tokenizado, a matrícula passa para o nome de uma empresa intermediária, e o bem deixa de ser rastreável pelo CPF ou CNPJ do proprietário”, afirma. Essa invisibilidade patrimonial, segundo ela, dificulta a recuperação de crédito e favorece a ocultação de bens, comprometendo não apenas credores privados, mas também o poder público na cobrança de tributos como o ITBI, IPTU e ITCD:

“Para o devedor pode parecer vantajoso, mas, na verdade, é um abalo na confiança do sistema registral e na própria segurança creditícia do país, podendo causar o aumento dos juros do financiamento das dividas e dificultar o acesso ao crédito”, resume.

Terreno fértil a fraudes

Segundo ela, o modelo atual de tokenização representa uma afronta direta à Lei dos Registros Públicos, que estabelece a exclusividade do Registro de Imóveis na constituição e publicidade de direitos reais. “A resolução do Cofeci recentemente suspensa pela justiça federal, extrapola as suas competências, pois ele tem poder de regular exclusivamente a profissão de corretor, não o sistema jurídico da propriedade imobiliária”.

Ela destaca que a alegada “agilidade” prometida compromete a segurança jurídica que só o registro público garante. Ao eliminar controles essenciais e criar um circuito paralelo de registro, a tokenização, na avaliação da registradora, inaugura um terreno fértil para a fraude, permitindo a ocultação de patrimônio e favorecendo organizações criminosas. As transações digitais, acrescenta Ana Cristina, também carecem de instrumentos de proteção contra fraudes pessoais e tecnológicas:

“Nada impede que alguém, de posse de login e senha, transfira tokens de um imóvel sem autorização do titular”, alerta. A ausência do sistema oficial da transmissão imobiliária sujeita ao controle juridico transforma a operação em um ato de risco sem transparência e as garantias da lei. “A blockchain pode registrar o ato, mas não atesta a verdade jurídica do negócio”, pontua.

Resolução suspensa pela Justiça Federal

A decisão, proferida pelo juiz Francisco Valle Brum, reconheceu que o órgão extrapolou suas atribuições ao criar normas sobre um modelo de registro paralelo ao oficial. O magistrado destacou que o Cofeci não pode “instituir regimes jurídicos inéditos” nem substituir a autoridade do sistema registral público, cujo aprimoramento, segundo o próprio juiz, está sob análise do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no âmbito do Sistema Eletrônico de Registros Públicos (SERP).

segunda-feira, 3 de novembro de 2025

Maior Associação de Oficiais de Justiça do mundo alerta sobre violência no exercício da função em São Paulo


 Nos corredores do maior Judiciário do planeta, há uma categoria que carrega a Justiça nas próprias mãos. São os Oficiais de Justiça de São Paulo, que trabalham desarmados, sem colete, sem spray de pimenta e até sem gratificação por risco de vida.

“É uma profissão solitária. O servidor precisa usar o próprio carro, entrar em comunidades perigosas e cumprir ordens judiciais sem qualquer suporte do Estado”, descreveu o presidente da Associação dos Oficiais de Justiça do Estado de São Paulo (AOJESP), Cássio Ramalho do Prado em entrevista ao jornalista e assessor de comunicação do Sindojus-PB, Cândido Nóbrega.

Execução sumária

Fundada em 1950, a AOJESP é a mais antiga do Brasil e a maior do mundo, com mais de 5 mil associados entre ativos e aposentados. A entidade representa uma categoria que enfrenta o peso da rotina e a dificuldade no cumprimento das ordens judiciais. “Tivemos colegas agredidos e até assassinados no exercício da função. Há alguns anos, uma colega que foi fazer uma busca e apreensão de uma moto foi morta a tiros dentro do carro, sem tempo de tirar o cinto de segurança. Um outro caso foi de um réu que abriu a porta da residência e desferiu tiros contra um colega, que felizmente sobreviveu e continua trabalhando”, relatou Cássio, ao lembrar que o risco é constante nas ruas da capital e do interior do Estado.

Mesmo diante dessa realidade, os Oficiais de Justiça só recentemente conquistaram o reconhecimento legal do risco de sua profissão, por meio do Projeto de Lei nº 4015, aprovado no Congresso Nacional, mas ainda com vetos pendentes de apreciação. A nova lei também dobra as penalidades para crimes cometidos contra esses servidores e determina que os tribunais forneçam meios de proteção previstos no texto.

O cotidiano exaustivo é outro ponto de tensão. A sobrecarga de mandados — 300, 400 por mês — compromete a saúde física e mental da categoria. “Temos vários Oficiais adoecidos por excesso de trabalho e outros processados administrativamente por atraso de mandados. É desumano”, lamenta o presidente. O departamento jurídico da AOJESP, com atuação permanente, tem sido o amparo de quem adoece tentando cumprir uma função essencial à sociedade.

Espírito de luta renovado

A entidade chega aos 75 anos com o mesmo espírito de 1950: a união de uma categoria que busca dignidade e respeito. “Queremos condições de trabalho seguras, reconhecimento e valorização. O Oficial de Justiça precisa ser visto como quem dá rosto e coragem à execução da Justiça”, conclui Cássio Ramalho do Prado, reafirmando a missão de seguir lutando por quem faz da lei uma tarefa cotidiana e, muitas vezes, perigosa.

Fiscalização do Ipem/RN encontra fios e cabos elétricos irregulares no comércio de Natal

 


          O Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte (Ipem/RN), em parceria com diversas instituições realizou uma operação conjunta de fiscalização de fios e cabos elétricos para combate ao mercado ilegal. A ação foi realizada de 28 a 30 de outubro e marca o início de uma parceria com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA/RN) e o Procon Natal.

A fiscalização, que também contou com o apoio técnico da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel), se iniciou, na última terça-feira, com a palestra "Os Riscos da Eletricidade em todos os Ambientes", conduzida pelo especialista Edson Martinho, na sede do CREA-RN, que orientou como a má escolha de cabos pode comprometer a segurança elétrica em residências, empresas e espaços públicos. 

Na quarta e quinta-feira, a equipe de fiscalização do Ipem/RN, juntamente com os órgãos parceiros, vistoriaram cinco estabelecimentos comerciais e canteiros de obras nas Zonas Leste, Oeste e Norte de Natal. Foram encontradas três marcas de fios fora do padrão exigido pela legislação e padrões do Inmetro. Os fios irregulares apresentaram resistência elétrica superior à estabelecida para as normas dos produtos, nesse caso o item foi reprovado, retirado de venda pelo comerciante e tanto a loja como o fabricante foram autuados e poderão ser multados.

O diretor-geral do Ipem/RN, Itamar Ciríaco, reforça que os fios e cabos elétricos devem ser obrigatoriamente certificados pelo Inmetro, com número de registro válido, garantindo a segurança da população e evitando riscos de incêndio e desperdício de energia. “Nossa atuação está sempre alinhada com a missão de garantir a confiabilidade das medições e a segurança dos produtos comercializados no RN. Com a parceria realizada com a Abracopel, vamos atuar mais efetivamente na prevenção e no combate à comercialização de cabos elétricos fora das especificações, assegurando a proteção à vida, saúde e segurança da população potiguar”. 

O Ipem/RN orienta os consumidores que ao identificarem produtos irregulares denunciem na ouvidoria do órgão nos seguintes canais: ouvidoria@ipem.rn.gov.br ou pelo whatsapp (84) 84 99802-0364.

Falésia redefine o Seixas com luxo à beira-mar e entrega que supera expectativas


 “Escolhemos o Falésia pela localização e pela construtora”, afirmou a empresária Rita Guedes, enquanto observava o mar azul que emoldura o novo cartão-postal do Seixas, em João Pessoa (PB). O sentimento foi compartilhado pelo casal de professores Jivago Barbosa, do IFPB, e Sabrina Grisi, da UFPB. “É um empreendimento magnífico, pé na areia, com a natureza presente e constante. E a escolha pela credibilidade da Alliance foi determinante”, destacaram.

Já o advogado Felipe Viana ressaltou a confiança no padrão de excelência da empresa: “Sempre entrega qualidade. Estamos muito satisfeitos com o que foi realizado e com o que ainda vem pela frente”.

De frente para o Atlântico, o Falésia representa uma nova referência em moradia de alto padrão na Praia do Seixas. O empreendimento oferece vista permanente para o mar, acesso exclusivo à praia e unidades de 64 a 170m², incluindo opções duplex. Além disso, conta com ampla área de lazer e convivência, pensada para o conforto e a experiência de viver em harmonia com a paisagem natural do litoral. Lançado de forma pioneira pela Alliance na região, o projeto consolida a vocação da construtora em transformar regiões com potencial em destinos desejados.

Visão de futuro e excelência construtiva

Para o CEO da Alliance, Marcelo Fam, o Falésia é a realização de um grande sonho. Ele lembrou que a área de ponta do Seixas nunca havia recebido um empreendimento dessa natureza. “A Alliance veio como pioneira, trazendo um projeto de primeira linha. Esta é a nossa primeira entrega do ano, e ainda temos mais duas até o primeiro semestre do próximo”. Segundo o executivo, o sucesso do Falésia também atraiu compradores de fora da Paraíba, interessados em aproveitar a beleza da praia e a credibilidade da marca.

O diretor comercial e de marketing, Sammir Hagge, enfatizou que o investimento no Seixas demonstra o olhar estratégico da empresa. “Estar numa construtora com tantos anos de história é ter esse feeling de enxergar o futuro. O Falésia é mais um exemplo disso — um terreno que muitos duvidaram e que hoje muda a realidade do bairro. O Seixas vive uma nova página, fruto do trabalho da Alliance, que transformou a região com desenvolvimento e qualidade”.

Com piscinas panorâmicas, salão de festas, spa com ofurô, áreas gourmet e parquinho infantil, o Falésia entrega mais do que promessas: entrega um pedaço do paraíso, como definem os próprios moradores. E para muitos, o veraneio vai se transformar em moradia definitiva, em uma escolha que une conforto, natureza e o prestígio de viver com assinatura Alliance.

Recepção em alto estilo

Contou com trilha musical temática, serviço volante de buffet, paella e poke, serviço de pizza, estações de bebidas alcoólicas, parquinho e brinquedoteca. Ao final, todos foram brindados à beira da piscina com a atração musical Soul Lucas”.

Programa de Aprendizagem Profissional abre 20 vagas para a Fundase/RN

 A Fundação de Atendimento Socioeducativo do Rio Grande do Norte (Fundase/RN) está convocando adolescentes e jovens egressos do sistema, que tenham entre 14 e 24 anos de idade, para oportunidades de Aprendizagem Profissional. O projeto tem parceria do Ministério Público do Trabalho (MPT) e segue o modelo de contratação previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Vinte vagas são exclusivas para a Fundase. Durante o mês de agosto, a Gerência de Articulação e Interinstitucional (GAI) da Fundase elaborou o plano para preenchimento das vagas e apresentou uma lista de adolescentes elegíveis ao programa. Desde então, vêm sendo realizadas reuniões de alinhamento com o Ministério Público do Trabalho, a instituição Enfoque, responsável pela etapa de pré-aprendizagem, e o Sistema Nacional de Emprego (Sine), parceiro da iniciativa.

A etapa de pré-aprendizagem, considerada fundamental para preparar os adolescentes para a fase de contratação formal, está prevista para começar no dia 10 de novembro. Essa fase busca reforçar competências básicas e recompor aprendizagens, garantindo que os participantes tenham condições de ingressar com sucesso na aprendizagem profissional.

Aprendizagem Profissional

O Programa de Aprendizagem Profissional tem por objetivo assegurar o desenvolvimento social e profissional de jovens em situação de vulnerabilidade ou risco social oferecendo formação técnico-profissional metódica, compatível com o seu desenvolvimento. Assim, pretende ampliar as oportunidades de ingresso no mercado de trabalho e estimular a inserção, reinserção e manutenção de aprendizes no sistema educacional. O MPT articula e desenvolve ações de suporte à aprendizagem, como cursos, oficinas e qualificações.

Paraíba inaugura primeira Escola de Notários e Registradores do NE com capacitação sobre Provimento do CNJ

  A inauguração da instituição ocorreu na manhã da última sexta-feira (28) no auditório da Escola Superior da Magistratura, no Altiplano, em...