terça-feira, 17 de março de 2026
Aberto do Brasil de Xadrez em João Pessoa vai reunir 154 enxadristas de 20 estados e quatro países
O Aberto do Brasil de Xadrez – XV Memorial Bobby Fischer será realizado entre os dias 20 e 23 de março, em João Pessoa, na Paraíba. A competição acontece no Littoral Hotel, localizado no bairro de Cabo Branco, e já conta com 154 inscritos, sendo considerado o maior torneio da Região Nordeste em número de participantes.O evento terá a presença de quatro Grandes Mestres: André Diamant, Darcy Lima e Everaldo Matsuura, todos ex-campeões brasileiros, além de Alejandro Hoffman, da Argentina.
A competição é organizada pela Federação Paraibana de Xadrez e terá premiação total de R$ 12 mil. Ao todo, 20 estados brasileiros estarão representados no torneio. Além do Brasil, participantes de três países também confirmaram presença: Argentina, Romênia e República Tcheca.
O sistema de disputa será o suíço, com seis rodadas e válido para rating da Federação Internacional de Xadrez (FIDE), da Confederação Brasileira de Xadrez (CBX) e da Federação Paraibana de Xadrez (FPBX).
O árbitro principal do evento será o AI Máximo Igor Macedo, presidente da CBX. A competição também servirá como classificatória para o 93º Campeonato Brasileiro de Xadrez. O presidente da Federação Paraibana de Xadrez (FPBX), Marcelo Urquiza, destacou a importância da competição para o cenário nacional da modalidade.
“O Memorial Bobby Fischer é um evento consolidado no calendário enxadrístico nacional. O maior torneio de xadrez da região Nordeste. A edição deste ano também é a mais forte de sua história, haja vista a presença de quatro Grandes Mestres. Além da tradição da competição, temos os atrativos oferecidos pela cidade de João Pessoa, o que desperta o interesse de competidores de todo o Brasil”, comentou.
segunda-feira, 16 de março de 2026
Empreendimentos da Alliance respeitam o meio ambiente com soluções urbanísticas
A integração de critérios Ambientais, Sociais e de Governança no desenvolvimento de novos produtos construtivos é determinante para que não sejam apenas ativos imobiliários, mas soluções urbanísticas que amenizem o impacto ambiental em uma cidade como João Pessoa, sensível ao ecossistema costeiro.
Nesse contexto, na Alliance, o ESG é praticado através de ações concretas que refletem seus valores fundamentais. No pilar de Governança, a empresa se orgulha de ter uma estrutura madura e profissionalizada, que já vivencia a transição para a segunda geração de sócios no conselho, garantindo a continuidade do legado e a solidez da gestão a longo prazo.
“No aspecto Ambiental e Urbanístico, não entregamos apenas prédios; nós transformamos e qualificamos o entorno de cada empreendimento, atendendo de forma integral a legislações e normas, além de cuidar rigorosamente da geração e destinação de resíduos”, lembrou o diretor de incorporação Eduardo Carvalheira (foto).
Pilares
Ele citou como exemplo emblemático desse compromisso o Green House, que conta com uma vasta área de preservação permanente, mostrando que é possível unir alto padrão e respeito integral ao ecossistema, tudo isso sustentado por cinco pilares que norteiam cada decisão:
- Agimos certo e honramos compromissos: o que gera confiança em uma cidade sensível;
- Valorizamos pessoas: desde o canteiro de obras até o morador;
- Gerenciamos custos com disciplina: para garantir a sustentabilidade do negócio;
- Entregamos no Padrão Alliance: a garantia final de que o impacto será sempre positivo e de altíssima qualidade.
“Nossos produtos são, portanto, soluções urbanísticas que respeitam o meio ambiente e fortalecem o tecido social de João Pessoa”, arrematou.
Candido Nobrega
quarta-feira, 11 de março de 2026
Caso de Oficial de Justiça pede reforço do TJPB para saúde mental de servidores
A equipe biopsicossocial do Tribunal de Justiça da Paraíba recomendou a avaliação institucional do Oficial de Justiça Marconi Holanda, lotado no Fórum Cível de João Pessoa, à luz das diretrizes da Saúde do Trabalhador, alterações em Resolução para ampliar a proteção a vítimas de assédio e discriminação no Judiciário, bem como um esforço concentrado para aplicar a NR1 “como medida importante e imprescindível para identificação e combate aos riscos psicossociais no ambiente de trabalho”.
“Observa-se correlação entre o agravamento do quadro psíquico e a exposição prolongada a conflitos institucionais não resolvidos, bem como à frustração decorrente da denúncia formalizada junto ao CNJ, a qual, embora acolhida formalmente, não produziu efeitos práticos”, alertaram em Relatório, uma médica, uma psicóloga e uma analista judiciária, integrantes da equipe.
Nesse contexto de saúde mental, em 2020, depois de seis dias desaparecido, o corpo do Oficial de Justiça da Capital Eduardo Chagas foi encontrado sem vida por policiais civis na mata do Cabo Branco com uma corda amarrada ao pescoço.
Início em 2008
Segundo Marconi, o processo de adoecimento relacionado ao trabalho começou há 16 anos quando pediu readaptação funcional fundamentado em quadro clínico de doença osteomuscular da coluna lombar com dor crônica, limitação funcional e necessidade de tratamento contínuo.
Ele relatou que apesar das robustas provas apresentadas, o pedido teve parecer pelo indeferimento “desfundamentado” em processo administrativo, o que o levou a denunciar ao CNJ, e elaborar e enviar dossiê contendo registros do período em que afirma ter sofrido assédio moral, a 29 destinatários, dentre eles, Mesa Diretora do TJ, desembargadores, juízes e entidades representativas de servidores, de alguns dos quais recebeu orientação para preparar Nota Técnica.
No Relatório encaminhado à Comissão de Prevenção e Enfrentamento aos Assédios e Discriminação, são recomendadas ainda revisão dos protocolos de apuração e arquivamento de denúncias, ampliação e qualificação das ações da GEVID, e manutenção do servidor em acompanhamento psicológico regular; e manutenção do servidor em acompanhamento psiquiátrico regular.
Grave depressão e sofrimento emocional intenso
A equipe biopsicossocial avaliou que o servidor no campo da saúde mental, possui diagnóstico classificado segundo a CID-10 como F31 (Transtorno Afetivo Bipolar), com episódio atual F31.4 (episódio depressivo grave sem sintomas psicóticos), bem como apresenta histórico de episódios depressivos recorrentes, instabilidade do humor, sofrimento emocional intenso, sentimento persistente de injustiça institucional e desvalorização profissional, episódio de crise depressiva de maior gravidade no período de 2023 a 2024, que demandou intensificação do acompanhamento psiquiátrico e ajustes terapêuticos Caso de Oficial de Justiça pede reforço do TJ para saúde mental de servidores.
Cândido Nóbrega
Planejamento antecipado e tecnologia construtiva garantem Padrão Alliance
Em meio ao "boom" construtivo que pressiona a cadeia de suprimentos e a mão de obra qualificada, para mitigar a volatilidade do INCC e a pressão na cadeia de suprimentos, a Alliance investe pesadamente em planejamento antecipado e tecnologia construtiva.
Para o diretor de incorporação Eduardo Carvalheira, o ‘Padrão Alliance’ é inegociável, daí o trabalho com contratos globais e parcerias de longo prazo com fornecedores, o que garante previsibilidade de custos.
“Não combatemos o aumento de insumos reduzindo a qualidade; combatemos com eficiência e processo. O cliente que adquire um Alliance sabe que o valor do m² reflete não apenas o custo, mas a valorização do ativo pronto. A nossa solidez financeira nos permite absorver oscilações sem repassar insegurança ao produto final”, acrescentou.
Saturação no mercado de altíssimo luxo?
Ele respondeu sem hesitar que os indicadores de absorção da empresa dos últimos dois anos mostram o contrário: um amadurecimento do desejo do consumidor e o fato de público de altíssimo luxo ter se tornado mais exigente, e é nesse ponto que a Alliance se destaca.
Eduardo vê também um espaço imenso para crescimento orgânico através da diversificação inteligente: “Estamos atentos ao mixed-use e a produtos que conectam conveniência e luxo, pois entendemos que o estilo de vida contemporâneo pede essa agilidade. Produtos de alto padrão com tickets mais acessíveis também estão no nosso radar, no exemplo de condomínios de lotes com área de lazer ‘Premium’”.
E concluiu, vaticinando que a Alliance dos próximos cinco anos será uma empresa ainda mais versátil, mas sempre fiel à premissa de entregar o melhor produto de cada segmento em que decidir atuar.
Cândido Nóbrega
quinta-feira, 5 de março de 2026
João Pessoa terá sete novos hotéis, três deles na orla
A orla da Capital da Paraíba ganhará três novos hotéis, somados a outros três em bairros litorâneos e um no Bairro dos Estados, e 18 edifícios residenciais em bairros como Altiplano, Cabo Branco e Bessa. Somente entre os últimos dias 27 de janeiro a 26 de fevereiro, a Secretaria municipal de Meio Ambiente emitiu 133 licenças ambientais, das quais 20 são prévias (LP), 10 de instalação (LI), 16 de operação (LO) e 6 de operação de regularização (LOR).
Esses números ganham mais significado quando considerados o comércio e os serviços. Apenas nas licenças ambientais simplificadas, aparecem mais de 15 restaurantes e bares, espalhados por bairros como Cabo Branco, Tambaú, Manaíra, Bessa, Jardim Oceania e Bancários. Há também 4 farmácias com licença de operação, laboratório clínico, supermercados, panificadoras e comércio varejista diversificado.
No total, passam de 20 construtoras e incorporadoras envolvidas em processos de LP, LI, LO e LOR, em meio à expansão urbana e ao gargalo no esgotamento sanitário, sistema viário saturado e drenagem insuficiente, pontos diretamente relacionados a capacidade de suporte da orla e dos bairros em crescimento.
“Menos poluentes”
Essa classificação de determinados estabelecimentos também merece análise técnica. Restaurantes e bares não comprometem o meio ambiente? A experiência recente indica que a resposta não é automática. São muitos os autuados, a exemplo do Bar do Cuscuz, no Cabo Branco, que acumula autuações da Superintendência de Administração do Meio Ambiente inclusive relacionadas a lançamento irregular de efluentes no mar, o que gera outros questionamentos: Os empreendimentos estavam com a licença vigente e cumprindo condicionantes? Se havia licença expedida, não foi visto quando de sua expedição que não havia caixa de gordura?
O desafio é assegurar que crescimento, infraestrutura urbana e controle ambiental caminhem no mesmo ritmo, tema que exige atenção qualificada dos órgãos de fiscalização, a exemplo do Ministério Público e da Sudema.
Tipos de licença
A Licença Prévia (LP) analisa a viabilidade ambiental ainda no planejamento; a Licença de Instalação (LI) autoriza a construção conforme as exigências técnicas; a Licença de Operação (LO) permite o funcionamento após verificação do cumprimento das condicionantes; e a Licença de Operação de Regularização (LOR) busca ajustar empreendimentos já em atividade às normas vigentes. Já a Licença Ambiental Simplificada (LAS) concentra o processo em um único documento para atividades classificadas como de impacto não significativo.
Cândido Nóbrega
HOTELARIA
Licença de Instalação (LI)
Get 9 Empreendimentos Spe Ltda / Avenida Governador Argemiro de Figueiredo, S/N, Jardim Oceania / HT - Hotelaria (orla)
Arco Construções e Engenharia Ltda / Avenida Presidente Afonso Pena, S/N, Bessa / HT –
Hotelaria Ocean Garden / Avenida João Maurício, antigo Nº 1229 / HT - Hotelaria (orla)
Licença de Operação (LO)
Zulma Comfy Home Construções SPE LTDA / Avenida Espírito Santo, 495, Bairro dos Estados / HT – Hotelaria
Licença de Operação (LP)
Nordeste Inc 2 Spe Ltda / Rua Doutor Frutuoso Dantas, não diz número, Cabo Branco / HT - Hotelaria
Adr Empreendimentos Ltda / Rua Artur Monteiro Paiva, 1186, Bessa / HT - Hotelaria (orla)
d & t Construções Inteligentes Ltda - Epp / Rua Joakim Schuller, 455, Jardim Oceania / HT – Hotelaria
CONSTRUÇÃO CIVIL
Licença de Instalação (LI)
Mmj Construções e Incorporações Ltda / Rua Randal Cavalcante Pimentel, S/N, Bessa / H3 - Habitação Multifamiliar
Urban-13 Construções e Incorporações Spe Ltda / Rua Zuly Lacerda, S/N, Altiplano Cabo Branco / H3 - Habitação Multifamiliar
Licença de Operação (LO)
DN Construções LTDA / Rua Manoel Felisberto da Silva, 520, Gramame / Habitação Multifamiliar Mangabeira
Prime Residence / Rua João Batista da Silva, Lote 40, Quadra 230, Mangabeira / Habitação Multifamiliar
Marsol Construtora e Incorporadora LTDA / Rua Maria Pinheiro da Costa, S/N, Gramame /H3 - Habitação Multifamiliar
Dct Construtora e Incorporadora / Rua Maria da Conceição Cardoso de Arruda, S/N, Gramame
H3 - Habitação Multifamiliar Licença Ambiental de Prévia
Mrdelta Empreendimentos Ltda / Rua Maria das Neves Cardoso de Souza, S/N, Bessa / H3 - Habitação Multifamiliar
Mrdelta Empreendimentos Ltda / Rua Regina Souza da Silva, não diz número, Gramame / H3 - Habitação Multifamiliar
Gft Construções e Incorporações Ltda / Rua Mirian Barreto Rabelo, S/N, Aeroclube / H3 - Habitação Multifamiliar
Vasconcelos Construções e Incorporações Ltda / Rua Francisco Claudino Pereira, 699, Manaíra
H3 - Habitação MultifamiliarDecisão Construções e Incorporações Ltda / Rua Estela Bezerra da Silva, S/N, Mangabeira
H3 - Habitação Multifamiliar Residencial tf Jardins 03 Ruas / Rua Coronel Artur Américo Cantalice, 197, Bancários
H3 - Habitação Multifamiliar Mrdelta Empreendimentos Ltda / Rua Pedro Firmo do Nascimento, S/N, Altiplano Cabo Branco
H3 - Habitação Multifamiliar Naedina Gomes da Silva / Rua Doutor Guilherme Espínola, S/N, Ipês
H3 - Habitação Multifamiliar Ourovel Construções Ltda / Rua Ana Lúcia Pontes de Miranda, S/N, Altiplano Cabo Branco
H3 - Habitação Multifamiliar -= Alba Valencia Construções e Incorporações Spe Ltda / Rua Agú Rodrigues dos Santos, S/N, Paratibe
Licença de Operação de Regularização (LOR)
Pacto Urbanismo Altiplano Construções e Incorporações Spe Ltda / Avenida Hilton Souto Maior, S/N, Portal do Sol / H3 - Habitação Multifamilia
quarta-feira, 4 de março de 2026
Saldo de empregos no RN cresce 441% e coloca Estado entre os três melhores do Nordeste
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| Foto: Daniel Herrera |
O Rio Grande do Norte teve crescimento expressivo de 441,3% na taxa de empregabilidade em relação ao saldo registrado em janeiro de 2025, evidenciando um cenário de fortalecimento da atividade econômica e de ampliação das oportunidades no mercado de trabalho potiguar.
Foi o terceiro melhor janeiro da série histórica do Novo Caged, iniciada em 2020. Com esse desempenho, o Rio Grande do Norte conquistou o terceiro maior saldo de empregos entre os estados do Nordeste no mês, consolidando sua posição de destaque regional na geração de emprego e renda.
O Estado começou 2026 com desempenho positivo na geração de empregos formais. De acordo com a 16ª edição do Boletim de Empregabilidade, elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, da Ciência, da Tecnologia e da Inovação (SEDEC/RN), o estado registrou, em janeiro, 20.669 admissões e 19.505 desligamentos, resultando em saldo positivo de 1.164 novos postos de trabalho com carteira assinada.
Setor de Serviços lidera geração de vagas
O setor de Serviços foi o principal responsável pelo resultado positivo do mês, contabilizando 8.948 admissões e 7.897 desligamentos, o que resultou em saldo de 1.051 empregos formais.
Dentro do setor, o subgrupo de Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas foi o maior destaque, com saldo de 997 postos de trabalho. As atividades classificadas como Outros Serviços também contribuíram positivamente, com saldo de 33 vagas.
Indústria também registra saldo positivo
O setor industrial registrou 2.566 admissões e 2.323 desligamentos, alcançando saldo positivo de 243 postos de trabalho. O principal destaque foi o grupamento de Indústrias de Transformação, que respondeu por 193 novas vagas formais no mês.
Os dados reforçam a distribuição territorial da geração de empregos, com destaque para a capital e polos regionais estratégicos.
segunda-feira, 2 de março de 2026
Sistema de esgoto na PB opera no limite e Cagepa aposta em PPP de R$ 3 bi
O sistema de esgotamento sanitário administrado pela Companhia de Água e Esgotos da Paraíba opera sob um descompasso evidente entre estrutura disponível e demanda real. Suas três maiores despesas gerais — folha de pessoal, energia elétrica e produtos químicos — consomem a maior parte do orçamento, enquanto a rede envelhecida exige intervenções estruturais que avançam de forma insuficiente. O desafio é compatibilizar modernização técnica com gestão eficiente, sem que decisões internas e pressões corporativas retardem providências que já não admitem adiamento.
A precariedade tornou-se visível nas ruas. Redes projetadas para outra realidade demográfica, como tubulações que operam sob carga muito superior à prevista. A expansão imobiliária acelerada, sobretudo na orla e em bairros valorizados de João Pessoa, superou a capacidade da infraestrutura existente. O desequilíbrio não está, em regra, na rede local, mas nos coletores-tronco e emissários, que são estruturas responsáveis por conduzir grandes volumes até as estações de tratamento. Quando esses eixos centrais não suportam a vazão, o extravasamento torna-se recorrente.
Ciclo de crises e remendos
O padrão tem sido o de administrar crises sucessivas com soluções transitórias. No bairro do Cabo Branco, chapas foram instaladas em postos de visita para permitir transbordamento controlado, medida que evidencia a limitação operacional do sistema. Empresas terceirizadas executam extensões de rede para viabilizar novas ligações solicitadas por grandes empreendimentos, mas a espinha dorsal do sistema permanece pressionada.
Há tentativas de reorganizar o fluxo de esgotos para a Estação de Tratamento de Esgotos do Baixo Roger. A Cagepa conclui nova Estação Elevatória e implanta tubulações com intervenções recentes no Retão de Manaíra e na Avenida Tancredo Neves, direcionando dejetos da orla e de bairros centrais para aquela unidade.
Emissário na frente da Granja do Governador
A tubulação com emissário de esgoto passa, inclusive e vistosamente, em frente à residência oficial na Avenida Beira-Rio. No último dia 10 de janeiro, João Azevedo desapropriou área destinada ao assentamento de tubulação do sistema de esgoto que atenderá o Jardim Esther, empreendimento executado pelo governo estadual por meio da Cagepa, cabendo à empresa as despesas das servidões.
Nesse contexto, a Companhia lançou edital de Parceria Público-Privada estimada em R$ 3 bilhões, com prazo de 25 anos, voltada à universalização do esgotamento sanitário em 85 municípios das Microrregiões de Água e Esgoto do Alto Piranhas e do Litoral. A meta, alinhada ao novo marco do saneamento, foi prorrogada para 31 de dezembro de 2039.
A PPP terá capacidade de enfrentar o passivo estrutural acumulado ou apenas redistribuir responsabilidades ao longo do tempo? Para a população que convive com extravasamentos, riscos sanitários e impactos sobre o turismo e o mercado imobiliário, o prazo ampliado precisa resultar em obras efetivas e melhoria perceptível na qualidade do serviço.
Cândido Nóbrega
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